fazer o que ?
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Mais um Fora do Ar
fazer o que ?
terça-feira, 19 de agosto de 2008
O vereador Hélio Paulino( Hélio da ambulância) Desiste
Alguns comentários surgiram em nossa cidade que os motivos de sua mudança foram outros, mas são somente especulações até o presente momento, agora a coligação "Unidos por Currais Novos", tem um gás novo em sua corrida para o pleito 2008, e assim de um lado sai e do outro entra somando mais ainda para a coligação "Unidos por Currais Novos", que vem crescendo em questão de apoio ultimamente, mas o jogo ainda não terminou deveremos esperar pois águas ainda irão rolar segundo o povo né
É como dizia o saudoso Dr. Ferreirinha: "o que política, menino e doido não fizer, o diabo não se atreve!".
domingo, 17 de agosto de 2008
Caricatura do Brasil
Osiris Lopes Filho*
A atual Constituição, na sua essência, vale dizer, no fundamental, tem natureza principiológica. Daí que as mais de 60 emendas constitucionais já promulgadas não conseguem desfigurá-la completamente, pois os princípios que lá permanecem continuam a irradiar sua influência, criando tensão com as novas regras introduzidas, muitas em negação ao que dispõe a principiologia.
Nessa ambiência caótica em que o Executivo exagera no exercício de suas competências, predominantemente por medidas provisórias, e o Congresso se omite na produção legislativa, o papel aberto ao Judiciário é amplíssimo. Têm-se tido exemplos em que o Supremo Tribunal Federal, no exercício de sua função primordial de guarda da Constituição, vai realizando, por meio das suas decisões, construções constitucionais, na realidade exercendo uma tarefa de fixar padrões de comportamento, em vários campos, preenchendo vazios da lei, suprindo as insuficiências existentes em certos casos e o exagero dos demais poderes, em outros.
Em realidade, há um princípio que precisa ser vitalizado pela nossa Suprema Corte, principalmente para reduzir as arbitrariedades praticadas no âmbito da tributação e das finanças públicas. Trata-se da transparência, vale dizer, de dar claridade, abertura à opinião pública para tomar conhecimento do que ocorre camuflado nos mecanismos e instrumentos tributários e financeiros, e das corrupções e desvios que propiciam.
Colocar à luz solar o que está escondido ou camuflado na aridez das nossas normas jurídicas, consagrando injustiças, disfunções e extorsões legalizadas, em detrimento do nosso povo humilde e ainda sumamente desprotegido.
A predominância de nossa tributação dá-se mediante tributos indiretos. Em torno de 80% do que é arrecadado pelo Poder Público, União, estados, Distrito Federal e municípios, ocorre por meio dessa forma de tributação. A lei elege como contribuintes, que devem pagar os impostos, contribuições e taxas, o setor empresarial – importadores, industriais, prestadores de serviço, produtores rurais, instituições financeiras. Arrecada-se concentradamente desses personagens estratégicos, que incluem no preço final do que produzem – mercadorias e serviços –, como custos, esses tributos pagos, que, por mecanismos de mercado, vão sendo transferidos ao consumidor desses bens, embutidos nos seus preços finais.
E aí se verifica a maior distorção do nosso sistema tributário. Embora o princípio básico da tributação seja o da capacidade contributiva, vale dizer, a aptidão para suportar o encargo tributário mantido o nível de bem-estar e de atividade econômica do contribuinte, a realidade é que quem suporta efetivamente o Poder Público são as classes trabalhadoras e média. Milhões de pessoas de baixa ou média renda, a absorver carga tributária absurda e injusta, sem ter consciência disso, ou, tendo-a, sem agir para mudar a situação.
Sem mais alongadas explicações, chego à “maior distorção” anunciada anteriormente. É que essa carga tributária, transferida por camuflagem no mecanismo de preços, vitima regressivamente os de menor capacidade contributiva. Tanto menor a renda, tanto maior a carga tributária absorvida pelo consumidor final. Ou, em outros termos, quanto maior a renda, menor a carga tributária. Sistema tributário acentuadamente regressivo e injusto. Esfola os pobres e remediados, protege e premia os ricos. Caricatura real e verdadeira do nosso Brasil.
*Osiris de Azevedo Lopes Filho, advogado e professor de Direito na Universidade de Brasília (UnB), foi secretário da Receita Federal.
Lula é o presidente com melhor imagem entre argentinos, diz pesquisa
Cena Hilaria !!!!!!!!
Foi num entanto engraçada a cena.
sábado, 16 de agosto de 2008
O poder do Dinheiro na Campanha de um Politico
Todos os recursos são úteis e valiosos. Mas não bastam, e não substituem o dinheiro. O dinheiro tem um poder de "conversão" único. Ele é capaz de converter-se em praticamente qualquer outro recurso de campanha (cartazes, outdoors, publicidade, transporte, contratação de profissionais, pesquisas, apoio ao trabalho de voluntários, etc).
Por essa razão o dinheiro é indispensável. Somente com dinheiro a maioria das necessidades da campanha poderão ser provistas. Além disso, a campanha moderna não dispensa a contratação de especialistas de marketing, estratégia, de pesquisa, de assessoria de imprensa, de produção de eventos, e outros.
Estes profissionais quando altamente especializados e experientes são caros, e recebem em dinheiro. Além deles, gráficas, fábricas de camisetas, pintores, equipamentos para a produção de programas de rádio ou TV, correio, despesas com voluntários, etc. Campanhas políticas estão sempre alguns milhares de reais em falta e algumas semanas atrasadas! É impossível e desnecessário discriminar todos os tipos de despesas que surgem durante a campanha. Começada a campanha é um fluxo permanente.
Opnião do Blog
Ainda to por ver algum candidato liso ganhar eleição .....
Fonte : http://www.politicaparapoliticos.com.br
O valor do Dinheiro na campanha
O dinheiro é o oxigênio de uma campanha eleitoral. Na falta dele, tudo o mais começa a entrar em colapso. Aliás, um dos sinais visíveis de que uma campanha "começou mal" é a falta de recursos para bancar as despesas iniciais. Muito dinheiro não salva um candidato ruim, com uma campanha ineficiente; embora pouco dinheiro faça milagres com um candidato bom e uma campanha competente.Uma campanha, pois, não precisa ser rica para ter sucesso.
O que importa é contar com os recursos necessários para financiar a sua estratégia política e de comunicação. O financiamento de uma campanha depende do ato de pedir, por mais que esta realidade incomode a sensibilidade do candidato. Pedir ele pessoalmente, ou pedir por meio de um amigo bem relacionado, ou pedir por meio de uma comissão financeira criada pela campanha, é sempre pedir.
E pedir em nome do candidato, para levar os recursos para ele gastar na sua campanha. Portanto, uma das primeiras tarefas que deve ocupar o candidato e sua equipe, ainda na fase pré-campanha, é a preparação de um Plano de Captação de Recursos.
Só quem escapa a esta regra de ferro é o candidato rico, que se dispõe a bancar sua própria campanha. Isto é verdade para alguns, mas a maioria dos candidatos ricos têm amigos também ricos, aos quais vão, sem nenhum escrúpulo, buscar ajuda financeira. Em resumo: só o candidato pobre ou de classe média, tem vergonha de pedir...
Disputar uma campanha sem dinheiro é, então, uma forma de perder a eleição por antecipação.
Daí a advertência "sem dinheiro é melhor nem tentar".
Linda Fonte
Linda não e ??


Fonte da Rodoviaria
Comentario Interessante para o periodo Eleitoral
O comentario abaixo vi em um blog que olhava durante a semana
Quero eleições limpas e eleitor se dando ao respeito!
Eleitor, que tem vergonha na cara, que sabe do valor do seu voto, não se vai deixar vender por dinheiro nenhum! A desgraça de todos nós é o prefeito ou o vereador que se elegeu comprando o voto ou recebendo o voto da "gratidão", da "amizade" ou do "sangue". É a pior coisa que pode acontecer para o processo democrático de uma vida mais digna e mais decente...
Primeiro, a responsabilidade do eleitor
É mentira dizer que o eleitor não sabe da importância do seu voto. Sabe e sabe muito bem! É tanto que, alguns deles, vendem o voto como uma mercadoria qualquer e, no dia da eleição, faz sua entrega na urna. Quer dizer, ele sabe do peso da sua responsabilidade, do compromisso assumido com o comprador! Isto é consciência da sua ação de cumplicidade com o candidato criminoso... Tem participação consciente no crime, cometido contra a sociedade...
Depois, é o discurso do político correto e honesto!
Deve o bom político, na campanha, ir,firme e duro, na luta contra os corruptores e malfeitores do processo eleitoral. Amparado na lei, o bom político faz suas propostas, convence o eleitor das suas idéias, denuncia a corrupção, o uso do dinheiro pelos criminosos políticos (que, muitas vezes, não passam de criminosos comuns!).
E assim...
Vamos combatendo o mal, construindo a Justiça, eliminando a corrução, os vícios das eleições, educando as pessoas, esclarecendo que podemos viver honestamente e com muita dignidade, afastando de nós os ímpios, os imprópios da vida pública... Esta é a nossa tarefa, nas próximas eleições, em Janduis, Rio Grande do Norte, Brasil...
Fonte: http://sg.pinheiro.zip.net/
Politica Movimentada
Vai virar Zona mesmo
Universitarios em Situação difícil
Após o regresso para o 2° Bimestre de aulas os alunos do Campus de Caico residentes em currais novos passam dificuldades devido o numero reduzido de alunos e os altos custos de deslocamento de Currais Novos - Caicó os alunos tiveram que mudar seu transporte, de um micro-ónibus para um veiculo menor, muitos estudantes se sentem desmotivados até cogitam a possibilidade de desistir da faculdade, alguns até em fase final de seu curso, agora esse problema não e de agora ja e de tempos, os mesmo ja procuram o poder publico municipal, e vereadores, mas a resposta que os mesmo tiveram foi de que não haveria verba destinada a isso, sendo assim impossível a ajuda a esses estudantes.
Agora tem algo que me deixa muito pensativo pense.......
De todos os estudantes que viajam até Caicó com destino a UFRN, o município de Currais Novos e o Único no qual não recebem ajuda do poder publico municipal.
Agora me faço a seguinte pergunta
-Por que o poder publico dos municípios como: Parelhas, Acari, São José do Seridó, São João do Sabugi, São Fernando, Cruzeta, Jardim de Piranhas, Jucurutu e outros mais, por que eles podem ajudar esses universitários e Currais Novos não pode ajudar segundo foi dito aos universitários?????
-Por que em Currais Novos essa verba não existe e nesses municípios que citei existe?
-O que há de Diferente em Currais Novos nesse sentindo???
Essas perguntas me faço á muito tempo só faltam agora as respostas ....
difícil
sábado, 9 de agosto de 2008
postagens
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Alguns querem Debate outros Não .......
.Que e a seguinte, alguns podem sim utilizar o Debate para exporem suas propostas politicas para a administração em nossa cidade, mas por outro lado podem estar querendo promover um campeonato de baixarias de ofensas e provocações tentando desestabilizar determinado candidato(a) dessa forma prejudicando o candidato em sua campanha, mas o debate e sim importante para que possamos sim conhecer mais ainda o candidato e suas propostas
Vamos lá
Vereador tem Sua Campanha Inpugnada
O crime que João Neto haveria cometido seria o seguinte:
Art. 334 Importar ou exportar mercadoria proibida ou iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria: Pena - reclusão, de um a quatro anos.
d) adquire, recebe ou oculta, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira, desacompanhada de documentação legal, ou acompanhada de documentos que sabe serem falsos. (Incluído pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)
Não estou aqui defendendo o vereador mas entendo que o mesmo num se torna incapaz de exercer o cargo de vereador por este crime que ele tenha cometido. Pelo que entendi ele havia comprado mercadoria sem nota fiscal digamos assim minha gente., o que eu acho que 90% da população brasileira já o fez se formos contar num acham?
As condenações ocorreram na Justiça Federal e trataram de crimes de contrabando. Dessa época veio o apelido João "Muamba". Na época em que foi preso, João Neto que se chamava João José da Silva, trocou o nome através do Processo 103.97.001660-5, na Vara Cível de Currais Novos.
Na decisão do juiz, seguindo o entendimento do Ministério Público, João Neto não pode ser candidato porque faz parte de um Conselho Municipal e Possui vida pregressa com várias condenações criminais. Perai né vamos ter um pouco de calma "vida pregressa" e demais minha gente o que ele fez muitos já fizeram e fazem ainda hoje somente num foram pegos ou são protegidos como todos sabem.
Observação: Algumas pessoas deveriam elas entendedoras do assunto explicar melhor o fato para digamos assim não distorcer os fatos como sempre acontece em nossa cidade.